segunda-feira, 23 de abril de 2012

"NO-GERÊS" Novos Restelos - Verdes Dias

Aos Amantes no... e do Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Uma pré-mistura de um projeto que está a ser desenvolvido no Boom Estúdio (Corroios) pelo produtor Carlos Cabral. Partilha e visita a página dos Novos Restelos no Facebook.

VERDES DIAS
Letra e Música: António Augusto.
Arranjos Musicais: Novos Restelos.

Mata de Albergaria - Mata de Palheiros | 16.4.2012



Lagoas da Ponte Feia




Subindo para Palheiros


E já podemos avistar a albufeira de Vilarinho da Furna


Vilarinho da Furna




Pelo interior da Mata de Palheiros


Ponte de Palheiros



Rio Homem

Lagarto-de-água


Salgueiros | 14.4.2012

A aldeia de Salgueiros esta na vertente norte da
Serra do Xurés, no vale do Rio Salas, Situada a
1.030 metros de altitude. Foi abandonada pelos
seus moradores em meados do século XX e é
actualmente propriedade da Xunta de Galicia.



Salgueiros, uma aldeia fantasma...


Obras de recuperação da aldeia.




Um silêncio!!!



sexta-feira, 20 de abril de 2012

"NO-GERÊS" Águia do Sarilhão (Trilho Solidário)

Este trilho solidário tem como principal objectivo a angariação de fundos
através das inscrições para Secção do Desporto Adaptado do S.C.Braga
Para informações e inscrições "trilhosolidario@gmail.com"

segunda-feira, 16 de abril de 2012

"NO-GERÊS" Bouça da Mó

Deixo aqui um poema, feito pelos amigos Bernardo e Teresa Markowsky, sobre o incêndio na Bouça da Mó.

A mó partida no chão
no meio das cinzas pesadas,
arrefecidas sobre o brasido
das coisas logradas ou perdidas.
A mó da vida parada,
em vez do pó da farinha
destroços e ossos negros
erectados para o céu azul,
dedos que apontam as riscas.
A mó da vida parou,
o ventre da terra secou, endureceu.
Um dia vamos humedecê-lo
com as lágrimas nossas.

O quê, meu amigo?
Que bárbaros andam à volta
cegos para a beleza,
surdos para o som das copas,
encobertos em cobardia?
Onde fica o espírito desta comunidade
que matou a besta faminta
em devorar toda a floresta?
Vieram com paus e enxadas,
homens, mulheres e crianças,
defender o que era deles,
o bosque sagrado que continha
o incrível cheiro da terra,
os espíritos dos antigos.

O juízo deste povo desvanece,
afogando-se como a sua aldeia,
está a cair em escombros, em pedaços
como a serra, herança pedregosa?
Mas mesmo a partir do mais negro
ascende uma fagulha da vida,
move-se no caminho debaixo da terra
e forma o caminho das águias.
Todos os verdadeiros caminhos são comuns.
A águia desassossegada
está chamar por ti, por mim:
O sagrado tem caule e tem raízes
é uma presença muda e vegetal
folhas – línguas discretas.
A sombra do silêncio a revestir
os gestos rituais dos ramos,
que são braços actuais
a receber o tempo que há-de vir.*


Bernardo e Teresa Markowsky
* Os últimas sete linhas são de Raúl Brandão

terça-feira, 10 de abril de 2012

Pascoa na Ilha do Ermal (Vieira do Minho) | 8,9 4 2012

Sangria "já comeste fruta hoje..."

Dj e Barman!!!


e a fome aperta...


E o fogo aquece-nos a alma e o corpo...



Um acordar difícil!!!


Iris, mais nova do camping, mas a com mais "juízo"...

Até breve!!!

Malhadoura - Coriscada | 6.4.2012


Casa da Malhadoura ao fundo

Abrigo da Coriscada

E a neve começa a cair...


A Serra cobre-se de branco...